O trecho a seguir foi retirado das Orientações Curriculares Proposição de Expectativas de Aprendizagem – ciclo 1 da Prefeitura de São Paulo. Aqui, localizamos a relevância do estudo dos textos de divulgação científica.
Os textos de divulgação científica, como os encontrados na Revista Ciência Hoje para as Crianças, são importantes para os estudos de Natureza e Sociedade. Contribuem para os alunos terem acesso a informações geográficas, históricas e científicas em geral, ao mesmo tempo em que podem ajudá-los a diferenciar gêneros de textos, suas características e a relação com o tipo de informação, obtidas em cada um deles. Na leitura desses textos, é possível identificar os autores, a época de publicação, em qual material foi publicado, as formas de escritas usadas para convencer o leitor de que as informações são ou não verdadeiras, os argumentos dos autores para defender sua idéia etc. E, a partir da leitura, é possível elaborar registros, como esquemas, fichas de resumo, verbetes para um mural ou para um caderno no modelo de enciclopédia, listas com características de animais, costumes de um povo, peculiaridades de uma paisagem, procedimentos para realizar um experimento científico ou para preparar receita culinária coletada na entrevista com uma avó.
Além de textos, é possível, por exemplo, realizar leitura de objetos, ou seja, coletar deles informações que ajudem a organizar características de uma época, de um lugar ou de um povo – é feito com qual material, como este pode ser obtido, como acha que foi feito, quem possivelmente fez, qual seu uso, suas propriedades, se tem ornamentos, se pode ter variações de estilo, em que época provavelmente foi feito, em que lugar.... A atividade pode ser de observar e coletar dados, por exemplo, de um brinquedo atual das crianças, organizando uma lista com suas características e realizar a mesma atividade observando um brinquedo indígena, como do povo Guarani que mora em aldeias no município de São Paulo. Depois, é possível desenhar os brinquedos, criar legendas para eles, organizar tabelas com suas semelhanças e diferenças, escrever textos coletivos comparando e respeitando costumes de diferentes povos.
É possível registrar dados em quadros e tabelas. Alguns exemplos: as características atmosféricas diárias, como temperatura, presença de Sol, nuvens, chuvas; o processo de crescimento de uma planta a partir de suas características em cada etapa (forma, tamanho, mudanças); um calendário da classe para marcar o dia da semana, do mês e do ano, os aniversários, feriados, festas; os diferentes elementos observados em uma paisagem local, como árvores, córregos, rios, montanhas, tipos de construções, serviços urbanos, ocupação do lugar pela população, deslocamentos de pessoas e veículos, resíduos etc. A partir dos dados coletados, é possível ainda organizar textos e desenhos sintetizando e construindo hipóteses para explicar os fenômenos e os acontecimentos estudados e observados. No trabalho com imagens, recomendam-se também organizar - em formas de listas, tabelas ou fichas - as informações coletadas, lendo e debatendo as legendas, reescrevendo-as a partir de outras leituras, ou elaborar setas indicativas que expliquem o que está nelas representado. Além disso, nos materiais didáticos e impressos em geral, sempre é importante dar atenção às imagens, esquemas, tabelas, plantas e mapas, realizando com as crianças leituras dos textos a eles complementares. Especialmente no caso das representações cartográficas, o entendimento e a identificação dos espaços dependem fundamentalmente da leitura dos dados presentes nos títulos e legendas.
Os textos de divulgação científica, como os encontrados na Revista Ciência Hoje para as Crianças, são importantes para os estudos de Natureza e Sociedade. Contribuem para os alunos terem acesso a informações geográficas, históricas e científicas em geral, ao mesmo tempo em que podem ajudá-los a diferenciar gêneros de textos, suas características e a relação com o tipo de informação, obtidas em cada um deles. Na leitura desses textos, é possível identificar os autores, a época de publicação, em qual material foi publicado, as formas de escritas usadas para convencer o leitor de que as informações são ou não verdadeiras, os argumentos dos autores para defender sua idéia etc. E, a partir da leitura, é possível elaborar registros, como esquemas, fichas de resumo, verbetes para um mural ou para um caderno no modelo de enciclopédia, listas com características de animais, costumes de um povo, peculiaridades de uma paisagem, procedimentos para realizar um experimento científico ou para preparar receita culinária coletada na entrevista com uma avó.
Além de textos, é possível, por exemplo, realizar leitura de objetos, ou seja, coletar deles informações que ajudem a organizar características de uma época, de um lugar ou de um povo – é feito com qual material, como este pode ser obtido, como acha que foi feito, quem possivelmente fez, qual seu uso, suas propriedades, se tem ornamentos, se pode ter variações de estilo, em que época provavelmente foi feito, em que lugar.... A atividade pode ser de observar e coletar dados, por exemplo, de um brinquedo atual das crianças, organizando uma lista com suas características e realizar a mesma atividade observando um brinquedo indígena, como do povo Guarani que mora em aldeias no município de São Paulo. Depois, é possível desenhar os brinquedos, criar legendas para eles, organizar tabelas com suas semelhanças e diferenças, escrever textos coletivos comparando e respeitando costumes de diferentes povos.
É possível registrar dados em quadros e tabelas. Alguns exemplos: as características atmosféricas diárias, como temperatura, presença de Sol, nuvens, chuvas; o processo de crescimento de uma planta a partir de suas características em cada etapa (forma, tamanho, mudanças); um calendário da classe para marcar o dia da semana, do mês e do ano, os aniversários, feriados, festas; os diferentes elementos observados em uma paisagem local, como árvores, córregos, rios, montanhas, tipos de construções, serviços urbanos, ocupação do lugar pela população, deslocamentos de pessoas e veículos, resíduos etc. A partir dos dados coletados, é possível ainda organizar textos e desenhos sintetizando e construindo hipóteses para explicar os fenômenos e os acontecimentos estudados e observados. No trabalho com imagens, recomendam-se também organizar - em formas de listas, tabelas ou fichas - as informações coletadas, lendo e debatendo as legendas, reescrevendo-as a partir de outras leituras, ou elaborar setas indicativas que expliquem o que está nelas representado. Além disso, nos materiais didáticos e impressos em geral, sempre é importante dar atenção às imagens, esquemas, tabelas, plantas e mapas, realizando com as crianças leituras dos textos a eles complementares. Especialmente no caso das representações cartográficas, o entendimento e a identificação dos espaços dependem fundamentalmente da leitura dos dados presentes nos títulos e legendas.
Um comentário:
Oi, Claudia!
Postei agora à noite duas coisas: trechos dos Parâmetros curriculares nacionais (há comentários a Mazé; dá uma olhadinha!); trechos do artigo O letramento escolar e os textos de divulgação científica. Fiz como você: apenas selecionei os trechos relevantes. Acho que podemos deixar a escrita para mais tarde, quando começarmos a juntar as partes, você não acha?
Beijos,
Cibely
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